Minha profissão, por mais de trinta anos de bons serviços
prestados ao Exército Brasileiro.
Tenho orgulho do que sou e do que fui.
Nada me emociona mais do que o toque de corneta; uma tropa desfilando;
uma banda de música militar tocando BATISTA DE MELO;
um comboio militar deslocando na estrada indo ou vindo de uma
manobra; um soldado recruta atabalhoado nos seus primeiros dias
uniformizado nas ruas da cidade; um antigo chefe, de cabelos
grisalhos, que ainda encontro nas ruas de Santa Maria e a quem
posso cumprimentar com satisfação do dever cumprido;
um antigo subordinado que descubro depois de alguma conversa,
encoberto pela fisionomia de um civil as vezes grisalho, as
vezes apenas de cabelo comprido ou de barba comprida e a quem
posso orgulhosamente chamar de amigo.
São todos IRMÃOS DE ARMAS, como muito bem apregoam
os nossos regulamentos.
E tudo isso independe da cor da farda!
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